terça-feira, 21 de junho de 2011

Morre no RS menino símbolo de campanhas pela doação de medula

Ismael Campos Gomes, de 7 anos, se tornou símbolo de campanha.
'Ele foi um vencedor, um guerreiro. Mas seu corpo não suportou', diz irmã.

ismael (Foto: Nauro Júnior/Zero Hora/Agência RBS) 
Ismael Gomes, de 7anos, lutava contra a leucemia
(Foto: Nauro Júnior/Zero Hora/Agência RBS)
Morreu na madrugada de domingo (19), em Porto Alegre, o menino Ismael Campos Gomes, de 7 anos, que se tornou o símbolo das campanhas pela doação de medula óssea no Rio Grande do Sul.

Segundo o Hospital Conceição, onde ele estava internado na capital gaúcha, o garoto tinha leucemia e aguardava por um transplante de medula.

O hospital informou que Ismael estava em acompanhamento na unidade há alguns meses e, após apresentar melhoras, teve recaídas na doença.

Ismael descobriu a doença em 2007 e só conseguiu um doador compatível de medula em novembro de 2010, segundo a irmã, Juliana Gomes. Desde então, diz ela, aguardava por um leito no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde realizaria o transplante.

“Estávamos aguardando um leito, mas o hospital estava lotado e a internação era sempre adiada”, diz a irmã.  “Ele é considerado para nós um vencedor, lutou tudo o que conseguiu, foi um guerreiro. Mas seu corpo, seus órgãos, não suportaram mais”, acrescentou Juliana.

O corpo de Ismael foi enterrado na manhã de segunda-fera (20) na cidade gaúcha de Rio Grande, onde a família mora.
O Hospital de Clínicas de Porto Alegre divulgou nota sobre o caso na tarde desta terça-feira (21).
Leia íntegra da nota
"Com relação à morte do menino Ismael Campos Gomes, o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) esclarece que, embora o paciente constasse na lista de espera para a realização de transplante de medula óssea não aparentado no Hospital, o procedimento não foi realizado, não em função de falta de leito, mas em decorrência de recaída da leucemia, que impossibilitava a realização do procedimento.
Com 6 leitos para este tipo de procedimento, o HCPA é o único hospital do Rio Grande do Sul que realiza transplantes de medula não aparentados (quando o doador não é familiar do paciente), o que é insuficiente para atender à demanda no Estado. Por isso, os pacientes que precisam de transplantes aguardam em uma 'fila'. A ordem de chamada da fila, contudo, não é o único critério para a realização do procedimento. Os critérios não incluem somente a presença de doador (o que existia no caso de Ismael) mas também consideram condições clínicas, e foram estas que impediram a realização do transplante de medula no menino Ismael."
  FONTE:G1

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